A IPI DO BRASIL FRENTE AO CORONAVÍRUS: AMEAÇA E ESPERANÇA!

“Elevo os meus olhos para os montes; de onde me vem o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra” (Sl 121. 1, 2).

O mundo, ao longo de sua história, enfrentou várias epidemias que ceifaram a vida de milhões de pessoas, tais como:

  • a peste negra, cujo surto ocorreu entre os anos de 1333 e 1351, na Europa e na Ásia, e que matou 50 milhões de pessoas;
  • a tuberculose, que teve seu auge entre os anos de 1850 a 1950, matando mais de 1 bilhão de pessoas;
  • a varíola, que, entre os anos 1896 e 1980, atormentou a humanidade e ceifou a vida de cerca de 300 milhões de pessoas;
  • a gripe espanhola, que matou 20 milhões de pessoas entre 1918 e 1919;
  • e a Aids que matou 22 milhões de pessoas desde 1981.

Evidentemente, todas essas doenças foram erradicadas ou estão sob controle. Considerando, pois, que o mundo está sujeito a ser atingido por epidemias e pandemias, só nos resta, em primeiro lugar, transformar a palavra do salmista, expressa no Salmo 121, em nossa profissão de fé. Quando olhamos para as montanhas – de dificuldades, de perigos e de ameaças que podem nos atingir – deveremos professar: “O nosso socorro vem do Senhor!”

Porém, as epidemias acima mencionadas foram enfrentadas, erradicadas e controladas graças à atuação das autoridades sanitárias e à conscientização das pessoas sobre a necessidade de cada um fazer a sua parte nesse processo.

Com o novo coronavírus não pode ser diferente! O mundo todo está sendo atingido, levando o surto ao patamar de pandemia.

A erradicação e controle desta doença dependerá da competência das autoridades e dos cientistas de criarem uma vacina eficaz, além da colaboração de todos no cuidado com a higienização das mãos com água e sabão, com o uso do álcool gel e no cumprimento das recomendações das autoridades para que, ao menos no estágio crítico de contágio, evitemos aglomerações.

Diferentemente das dificuldades que as autoridades do mundo enfrentaram para vencer as epidemias já mencionadas, atualmente a ciência dispõe de elevados recursos para utilizar no enfrentamento ao Covid-19.

Recomentamos que os membros e frequentadores de nossas igrejas confiem nas orientações de seus líderes (pastores, pastoras, missionários e missionárias e demais oficiais). Parece que, diante de surto como o que está ocorrendo com o Covid-19, fica difícil pedir para que pessoas não entrem em pânico, mas é preciso calma nesse momento, sabendo que nós não somos como aqueles que não têm esperança. Lembremo-nos: “O nosso socorro vem do Senhor!”

Da mesma forma, não podemos menosprezar a gravidade da situação que estamos vivendo no presente momento, como fazem algumas pessoas néscias e insensatas.

Em tempos de redes sociais, tomemos muito cuidado com as falsas notícias (“fake news”), evitando o compartilhamento de informações inverídicas ou duvidosas.

Caso seja inevitável a suspensão das atividades eclesiásticas, recomendamos aos líderes das igrejas que se socorram dos recursos eletrônicos, e transmitam estudos e mensagens utilizando as redes sociais, para que os membros de nossas comunidades continuem a receber o alimento espiritual tão importante para as nossas vidas. Caso seja necessário, o setor de comunicação da IPI do Brasil está à disposição para auxiliar aqueles que tiverem dificuldades nessa área.

Por fim, rogamos a todos e a todas que atendam a convocação do Movimento Nacional de Oração para que, em todos os dias, ao meio dia, parem de fazer o que estiverem fazendo, coloquem-se de joelhos diante do Senhor, e clamem para que essa pandemia seja controlada no mundo todo e que a vida das pessoas seja preservada.

Pela coroa real do Salvador!

Rev. João Luiz Furtado
Presidente da Assembleia Geral da IPIB
presidencia@ipib.org

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